Lendo com as pontas dos dedos

Literatura Braille

O surgimento do sistema de escrita e leitura criado por um cego cujo sobrenome lhe deu a designação,Sistema Braille, passou a abrir novas portas para a comunicação, educação e cultura de pessoas portadoras de deficiência visual.

O Sistema Braille, utilizado universalmente por pessoas cegas, foi inventado na França por Louis Braille, um jovem cego, reconhecendo-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e integração dos deficientes visuais na sociedade.

Louis Braille perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Louis Braille fez algumas adaptações no sistema de pontos em relevo.

No sistema de escrita e, principalmente, de leitura Braille, através de um método lógico de pontos em relevo, distribuídos em duas colunas de três pontos para cada símbolo ou letra, uma pessoa cega pode, através do tato das pontas de seus dedos, ler o que, com um aparelho especial denominado reglete e uma pulsão, “desenhou” anteriormente.

As Imprensas Braille produzem os seus livros utilizando máquinas estereótipas, semelhantes às máquinas especiais de datilografia, sendo porém elétricas. Essas máquinas permitem escrita do Braille em matrizes de metal. Essa escrita é feita dos dois lados da matriz, permitindo a impressão do Braille nas duas faces do papel. Esse é o Braille interpontado: os pontos são dispostos de tal forma que impressos de um lado não coincidam com os pontos da outra face, permitindo uma leitura corrente, um aproveitamento melhor do papel, reduzindo o volume dos livros transcritos no sistema Braille.

Nos últimos tempos, a informática, como o Braille, entrou na vida das pessoas cegas como um vertiginoso meio de integração social, abrindo um horizonte infinito de informação, educação, cultura, mercado de trabalho e comunicação. Com os editores de texto, ledores de tela e sintetizadores de voz conjugados, os portadores de deficiência visual podem trocar e-mails com pessoas de qualquer parte do mundo, ler com total independência qualquer jornal internacional ou brasileiro, livros digitalizados, listas de discussão e jogos de entretenimento. Hoje em dia, apesar de todas as dificuldades que os deficientes ainda enfrentam, a tecnologia torna um indivíduo cego muito mais habilitado a tarefas antes impossíveis.

A Música que cura

Para muitos a música é apenas um meio de distração,mas os efeito causado por ela poder devastador ou restaurador.

A música possui um poder que talvez muitos disconheçam, ela possui o poder de curar, de acalmar, de estimular e também o oposto de tudo isso!

A MUSICOTERAPIA tem crescido muito na atualidade; Existem clkinicas de pediatria utilizam músicas terapêuticas para tratar pacientes em hospitais, hospícios e outras unidades hospitalares.

Geralemente as canções tocadas não necessariamente já são familiarizadas com os enfermos. “A música tem um poder de cicatrização capaz de colocar a pessoa em um estado de tranqüilidade, controlado pelo ritmo e qualidade dos tons que compõem a melodia”.

Estudos realizados no início da década de 1990, no Bryan Memorial Hospital, em Nebraska, e St. Mary’s Hospital, no Wisconsin, concluíram que o hábito reduz significativamente a freqüência cardíaca e controla a pressão arterial e a velocidade respiratória de pacientes submetidos à cirurgias.

Em 2007, uma pesquisa na Alemanha indicou que a musicoterapia ajudou a melhorar as habilidades motoras de pacientes que se recuperavam de acidentes vasculares cerebrais. Entre outros efeitos encontrados, o tratamento também pode impulsionar o sistema imunológico, melhorar o foco mental, ajudar a controlar a dor, criar uma sensação de bem-estar e reduzir a ansiedade de pacientes que aguardavam cirurgia.

Em outro estudo recente da escola de enfermagem da Kaohsiung Medical University, em Taiwan, a musicoterapia reduziu a tensão psicológica de grávidas após uma avaliação com 236 mulheres. A pesquisadora informou que as grávidas apresentaram significativas reduções de estresse, ansiedade e depressão depois de ouviram diariamente durante 30 minutos CDs com músicas infantis, da natureza e de compositores como Beethoven e Debussy.

Vítimas de queimaduras estimuladas a cantar quando lhe trocam as ataduras sentem menos dor. Pacientes de câncer que ouvem música e aprendem a tocar instrumentos, por exemplo, vêem os níveis de hormônios do estresse cair e o sistema imunológico se fortalecer.

Parte do poder da música resulta da capacidade de reduzir a ansiedade – que pode comprometer as defesas imunológicas, bem como intensificar a sensação de dor. A música, em especial o canto, desvia a atenção da pessoa do sofrimento e alivia a tensão.

“há séculos os curandeiros usam músicas e tambores. Estamos apenas redescobrindo o que sempre souberam: a música, por meio de sua profunda repercussão sobre a mente e o corpo, pode ser uma arma poderosa para curar as pessoas”.

Estereótipo ou Identidades?

Estereótipo é a imagem preconcebida de determinada pessoa, coisa ou situação.
São usados principalmente para definir e limitar pessoas ou grupo de pessoas na sociedade.
Sua aceitação é ampla e culturalmente difundida no ocidente, sendo um grande motivador de preconceito e discriminação.

Conceito infundado sobre um determinado grupo social, atribuindo a todos os seres desse grupo uma característica, frequentemente depreciativa; modelo irrefletido, imagem preconcebida e sem fundamento;

Dicas para uma boa voz

Todo indivíduo e principalmente aquele que utiliza a voz como fonte de trabalho, deve ter alguns cuidados de saúde e higiene vocal.

• Manter a postura correta enquanto se trabalha com a voz, alinhando o eixo cabeça-pescoço e costas de forma relaxada.

• Realizar o aquecimento e desaquecimento vocal antes e após os esforços vocais, através dos exercícios aprendidos nas sessões de Técnica Vocal.

• Manter o aparelho fonador hidratado, bebendo uma média de 2 litros de água por dia, em temperatura ambiente.

• Ter uma alimentação saudável, rica em alimentos leves e de fácil digestão (frutas, legumes, vegetais, peixe, frango).

• Ingerir frutas cítricas ou o sumo destas frutas, que auxiliam a absorção do excesso de secreções bem como a maçã que tem propriedades adstringentes.

• Fazer repouso vocal após o uso intensivo da voz.

• Relaxar e trabalhar o controle emocional, através de técnicas específicas etc.

• Praticar exercício físico regularmente, como natação, ciclismo, aeróbica, etc. (respiração e alongamento dos músculos).

• Sempre que possível, respirar pelo nariz.

• Aprender a ouvir a própria qualidade vocal, de forma que reconheça o esforço vocal e as tensões desnecessárias e conseguir assim evitá-las.

• Dormir 8 horas por noite e repousar nos períodos de maior trabalho vocal.

• Em caso de sintomas ou dificuldades a nível vocal, consultar um Otorrinolaringologista ou um orientador de Técnica Vocal.

Além de seguir tais orientações, sugere-se que evite determinadas situações:

• Evitar freqüentar ambientes ruidosos, antes e depois do esforço vocal.

• Evitar a permanência em ambientes refrigerados ou aquecidos por ar condicionado, devido retirar a umidade do ar destes ambientes.

• Evitar ambientes com poeiras, mofo ou cheiros fortes e irritantes.

• Evitar tossir ou pigarrear, já que favorecem o atrito nas cordas vocais; optar por engolir saliva ou beber água.

• Evitar usar a voz em excesso após ingestão de grandes quantidades de aspirina, calmantes ou diuréticos, devido ressecar a mucosa.

• Evitar alimentos pesados, muito condimentados ou gordurosos antes de deitar, evitando o refluxo gastroesofágico.

• Evitar também estes alimentos antes do esforço vocal.

• Evitar esforços vocais durante o período pré-menstrual, já que as alterações hormonais facilitam o desenvolvimento de disfonias.

• Moderar o consumo de café, chá preto e bebidas com gás, entre outras bebidas irritantes.

• Evitar o consumo de leite e derivados antes de intensa atividade vocal, pois aumentam a secreção de muco no trato vocal.

• Evitar as roupas apertadas junto ao pescoço e cintura (golas altas, cintos apertados, calças ou saias muito justas) e sapatos de salto alto.

• Evitar falar enquanto se faz exercício físico.

Certas atitudes são consideradas extremamente proibidas, quando se refere a saúde vocal. Conheça algumas delas:

• Proibido fumar, o cigarro é inimigo de quem trabalha com a voz.

• Nunca fazer esforço vocal ou cantar quando não se apresentam boas condições de saúde, principalmente estados gripais ou crises alérgicas.

• Nunca expor o aparelho fonador a choques térmicos, como mudanças bruscas da temperatura do ar e alimentos ou bebidas geladas ou muito quentes.

• Evitar locais poluídos com fumaças.

• Nunca tomar medicamentos por conta própria; o uso de pastilhas, sprays ou anestésicos sem orientação médica pode agravar os sintomas e ter graves conseqüências em longo prazo.

• Evitar ingerir chás e infusões de efeito desconhecido, pois nem sempre resolvem o problema e podem acabar por irritar ou ressecar as mucosas.

• Não utilizar o álcool ou qualquer outro tipo de drogas como desinibidores, pois ressecam e anestesiam a garganta, provocando abusos vocais.

• Evitar gritar, falar muito alto ou sussurrar devido forçar o atrito exagerado das cordas vocais.

• Não trabalhar a voz ou ensaiar por mais de uma hora sem descanso, entre outros.

Somos todos dependentes

O grande desafio que move o jovem é o desejo de tornar-se independente. Pagar suas próprias contas, fazer sua própria comida, lavar sua roupa, chegar em casa a hora que bem entender, fazer faculdade, ter um bom emprego, etc.

Penso que este seja um desafio bastante positivo, uma vez que esta independência gera maturidade, descobrimento de si mesmo e da vida.

No entanto, quando algumas pessoas alcançam este desafio, acabam perdendo o propósito de Deus para suas vidas, se tornando egocentristas e auto-suficientes. Isto é, o mundo passa a ser visto pelo seu ponto de vista, – pela sua ótica. Alguns até ousam afirmar que “não dependem de ninguém pra viver”.

Interessante é que Deus deixa claro em Sua palavra que nos formou com o objetivo de dependermos dEle e de dependermos uns dos outros.

Ainda que alguns não reconheçam esta afirmativa, não é possível passar por esta vida sem experimentá-la.

Saímos do ventre da nossa mãe, embalados por mãos.


Sentimos o carinho dos amigos, dos irmãos, dos familiares, através de mãos.

Apontamos as flores para mostrar a beleza das pequenas coisas, através de mãos.

Num gostoso restaurante, experimentamos uma deliciosa comida preparada por mãos.

Nos sentimos seguros viajando num avião porque sabemos que no comando existem mãos preparadas.


Deixamos de estar perdidos quando mãos apontam o caminho certo a prosseguir.


Podemos experimentar música através de mãos que navegam por notas e instrumentos.


Podemos pegar o ônibus para o trabalho, confiando que as mãos do motorista nos levarão ao lugar necessário.


Presos experimentam a liberdade, através das mãos.


Podemos nos sentir felizes sendo reconhecidos, através de aplausos, através de mãos.

Podemos ser fotografados, através de mãos.

Podemos ler excelentes livros, através de mãos.

 Somos examinados pelos médicos, através de mãos.


Mãos se juntam para interceder, para clamar por nós.


Juízes assinam leis e decretos, através de mãos.


Vendedores tiram pedidos, através de mãos.


Podemos tomar um leite gostoso, porque mãos o extraíram.


Em adoração ao Senhor, o coração é manifesto através das mãos que se levantam.


Podemos experimentar do amor verdadeiro, através de mãos.


Mãos que geram, curam, constroem, ajudam, salvam, alegram e que amam.

Como podemos observar, mesmo sem querer, somos literalmente, levados a depender uns dos outros.

Que o Senhor nos capacite a utilizarmos as nossas mãos para fazermos a diferença na vida de outras pessoas, mesmo que elas não percebam. Que nós possamos reconhecer que não podemos viver para nós mesmos e que o verdadeiro amor interage através de mãos.

O que a cruz nos traz

Um homem nobre, fidalgo da corte e Luiz XII rei da França viu que na alta sociedade da França naquela época havia um número grande de nobres que conspiravam que planejavam contra o rei da França.

Então, aquele nobre fidalgo resolveu prestar um serviço para o rei e, secretamente preparou uma lista com os nomes de todos os nobres daquele reino e, aqueles que eram inimigos do rei, aqueles que eram desafetos do rei, aqueles que conspiravam contra o rei, ele marcou com uma cruz e levou a lista com o nome daquelas pessoas até o rei Luiz XII rei da França e disse; olha rei, por minha própria conta, relacionei aqui nesta lista, todos os nobres do reino e marquei com uma cruz os nomes dos seus inimigos.

Essas pessoas eu comprovei, elas falam mal de ti ó rei, conspiram contra a tua vida e contra o vosso trono, essas pessoas são dignas de morte.

E o rei disse; É mesmo? Todos esses aqui que estão marcados com uma cruz?

Sim rei! Todos esses que estão marcados com uma cruz. Eu pesquisei e confirmei. São inimigos do rei e são dignos de morte porque conspiram contra o trono..

E o rei Luiz XII, conhecedor do Evangelho disse; esses nomes aqui que estão marcados com uma cruz?
Sim.
Tem certeza? Tenho sim, disse o fidalgo.

O rei então disse:

ESQUECE.

E concluiu. A cruz é símbolo de perdão, não símbolo de condenação.

O Evangelho, ele manda que eu perdoe inclusive meus inimigos, portanto, por causa da cruz, eles estão perdoados.

A cruz era o sofrimento dos escravos.

Jesus transformou a cruz de sofrimento de escravos, para um sofrimento pessoal, para que fôssemos libertados.

Jesus transformou a cruz que era pavor dos condenados por causa da morte trágica e demorada, da agonia que ela representa Jesus a transformou em esperança, em perdão para todos aqueles que se aproximam dela.

A cruz antigamente, símbolo de vergonha, agora, é o símbolo do perdão e da salvação.