O poder da Música

Você sabia ?

Foi feito uma pesquisa usando técnicas fotográficas:
Emoto (o fotógrafo) verificou que a água quando exposta ao som de Bach, apresentava uma estrutura geométrica semelhante à água cristalina.
Enquanto outra era exposta a heavy metal e se assemelhava a estrutura de água poluída.
Além disso, também constatou a influência das palavras.
Uma frase com palavras amorosas mostrou a mesma estrutura da água que “ouviu” Bach e, frases com conteúdo agressivo mostraram uma estrutura como a exposta ao heavy metal.
Então, se considerarmos que nosso corpo é formado quase 70% de água, podemos imaginar o efeito que a música e suas respectivas letras têm.
Algumas experiências com vacas leiteiras e vegetais mostram aumento na produção quando expostos a música clássica ou instrumental.

Agora, escolha bem quais músicas vai ingerir!


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Conhecendo os instrumentos musicais – Piano

Piano

É um instrumento musical que tem o som produzido quando martelos cobertos por feltro tocam cordas esticadas e presas em uma estrutura de metal ou madeira. Esses martelos são ativados por um teclado, e assim que tocam as cordas se afastam imediatamente. Essas cordas vibram e produzem som. 

O piano é usado tanto para solo como para acompanhamento. 
É muito popular como auxilio para compor. 
Embora não seja portátil e tenham um preço bem alto é versátil e um dos instrumentos musicais mais conhecidos pelo mundo.
Há dois tipos de Piano. 

piano de cauda tem a armação e as cordas colocadas horizontalmente.

Necessita por isso de um grande espaço pois é bastante volumoso. É adequado para salas de concerto com tetos altos e boa acústica. 

 

Existem diversos modelos e tamanhos, entre 1,8 e 3 m de comprimento e 620 kg. 


piano de armário tem a armação e as cordas colocadas verticalmente. A armação pode ser feita em metal ou madeira. Os martelos não beneficiam da fôrça da gravidade.

Pode considerar-se um outro tipo de piano: o piano automático ou pianola. Trata-se de um piano com um dispositivo mecânico que permite premir as teclas numa seqüência marcada num rôlo.

Alguns compositores contemporâneos, como John Cage, Toni Frade e Hermeto Pascoal, inovaram no som do piano ao colocarem objetos no interior da caixa de ressonância ou ao modificarem o mecanismo. A um piano assim alterado chama-se piano preparado.

A Família Real Portuguesa trouxe o piano para o Brasil.

Teclado Pràticamente todos os pianos modernos têm 88 teclas (sete oitavas mais uma têrça menor, desde o lá0 (27,5 Hz) ao dó8 (4186 Hz)). Muitos pianos mais antigos têm 85 teclas (exatamente sete oitavas, desde o lá0 (27,5 Hz) ao lá7 (3520 Hz)). Também existem pianos com 8 oitavas, da marca austríaca Bösendorfer.

As teclas das notas naturais (dó, ré, mi, fá, sol, lá e si) são brancas, e as teclas dos acidentes (dó #, ré #, fá #, sol # e lá # na ordem dos sustenidos e as correspondentes ré b, mi b, sol b, lá b e si b na ordem dos bemóis) são da cor preta.

Todas são feitas em madeira, sendo as pretas revestidas geralmente por ébano e as brancas de marfim ou material plástico.

Pedais
Os pianos têm geralmente dois ou três pedais, sendo sempre o da direita o que permite que as cordas vibrem livremente, dando uma sensação de prolongamento do som. Permite executar uma técnica designada legato, como se o som das notas sucessivas fosse um contínuo.

Compositores como Frédéric Chopin usaram nas suas peças este pedal com bastante freqüência.

O pedal esquerdo é o chamado una corda. Despoleta nos pianos de cauda um mecanismo que desvia mũito ligeiramente a posição dos martelos. Isto faz com que uma nota que habitualmente é executada quando o martelo atinge em simultâneo três cordas soe mais suavemente pois o martelo atinge sòmente duas. O nome una corda parece assim errado, mas nos primeiros pianos, mesmo do inventor Cristofori, o desvio permitia que apênas uma corda fosse percutida. Nos pianos verticais o pedal esquêrdo consegue obter um efeito semelhante ao deslocar os martelos para uma posição de descanso mais próxima das cordas.

O pedal central, chamado de sostenuto possibilita fazer vibrar livremente apênas a(s) nota(s) cujas teclas estão acionadas no momento do acionamento dos pedais. As notas atacadas posteriormente não soarão livremente, interrompendo-se assim que o pianista soltar as teclas. Isso possibilita sustentar algumas notas enquanto as mãos do pianista se encontram livres para tocar outras notas, o que é mũito útil ao realizar, por exemplo, passagens em baixo contínuo. O pedal sostenuto foi o último a ser incrementado ao piano. Atualmente, quase todos os pianos de cauda possuem esse tipo de pedal, enquanto entre pianos verticais ainda há mũitos que não o apresentam. Mũitas peças do século XX requerem o uso desse pedal. Um exemplo é “Catalogue d’Oiseaux”, de Olivier Messiaen.

Em muitos pianos verticais, nos quais o pedal central de sostenuto foi abolido, há no lugar do pedal central um mecanismo de surdina, que serve apenas para abafar o som do instrumento.

Recentemente os chamados pianos elétricos passaram por uma grande evolução. Têm exatamente o mesmo número de teclas do piano acústico e aproximam-se cada vez mais do seu som. Mũitos possuem ainda sons de outros instrumentos musicais, como os teclados eletrônicos. O ‘som’ do piano elétrico é na verdade uma gravação do ‘som autêntico’ de um piano, por isso, cada vez que se toca uma tecla, o ‘som’ é reproduzido em teclas chamadas de ‘sensitivas’, pois simulam a intensidade sonora do piano convencional.


A afinação de um piano
Os afinadores de piano não afinam; desafinam (temperam) de uma maneira controlada.

É de referir que um piano normalmente fica, pelo menos, ligeiramente desafinado quando é transportado ou quando é sujeito a fortes correntes de ar.

Conhecendo os instrumentos musicais – Bateria

Olá musikeiros!
Estamos iniciando uma série de postagens
que irá apresentar a você cada um dos instrumentos musicais.
Começaremos pela BATERIA.

Você sabe o que é uma BATERIA?
É claro que a resposta é unânime, todos conhecem uma bateria.

Mas queremos que você conheça a fundo a bateria: suas partes, suas funções, como é feita…

Espero que gostem!



1-PRATO DE CONDUÇÃO;
2- SURDO;
3-TOM-TOM;
4-BUMBO;
5-CAIXA;
6-CHIMBAU;

A bateria é um instrumento musical composto por: tambores com diversos tamanhos e timbres e por pratos; essas peças podem ser percutidas com o auxilio de um par de baquetas, vassourinhas ou até mesmo com as próprias mãos.
No começo dos anos 1900, as bandas e orquestras tinha de 2 a 3 percussionistas.
Enquanto um tocava o bumbo, outro tocava a caixa e outros tocava blocos que faziam os efeitos sonoros.
Com a desenvolvimento do PEDAL em 1910 por  William F. Ludwig foi possível que uma mesma pessoa executasse todas essas funções ao mesmo tempo.
O primeiro modelo foi feito de madeira e logo depois, com o aumento da procura, passou a desenvolver junto com Robert Danly, o modelo do pedal em aço que foi vendido para milhares de bateristas e serviu de base para criação dos modelos mais avançados que temos hoje.
Outra invenção aparentemente simples que possibilitou o surgimento da bateria foi a estante para caixa, que antes os bateristas usavam cadeiras para apóia-las ou dependurava nos ombros com uso de correias.
O  peso de uma bateria varia de 40 a 70 kg.
Não existe um padrão exato sobre como deve ser montado o conjunto dos elementos de uma bateria, sendo que, o estilo musical é por muitos indicado como uma das maiores influências perante o baterista no que respeita à disposição dos elementos, sendo que, a preferência pessoal do músico ou as suas condições financeiras ou logísticas;
Uma bateria é composta por:
*Um surdo (designado também por tímbalo de chão ou timbalão de chão em Portugal).
*Um chimbau (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
*Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride ou swish), apoiado num suporte geralmente em forma detripé;
*Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecasalmofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas asamplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
**Construção de uma bateria**

De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras selecionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticosmetais e/ou outras ligas.
Diversos fabricantes têm efetuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceitas para a construção destes instrumentos. Já em relação às tarolas (caixas), as ligas metálicas baseadas em açolatão ou cobre são as preferências dos modelos de entrada de gama, embora os modelos fabricados em madeira de bétula e plátano tenham melhor aceitação nos modelos de topo de gama.
No Brasil, apesar de um certo atraso em relação aos produtos americanos e europeus, desde a década de 60 há indícios da fabricação de baterias pré-montáveis.
Originalmente usava-se o Cedro como material para a produção de cascos e casualmente o Pau-marfim. Hoje a indústria brasileira já inova neste conceito utilizando madeiras certificadas como a Bapeva que é uma madeira com o dobro de densidade do Maple americano (o mais utilizado para a produção de cascos de bateria), ou seja, mais dura e mais resistente.