O que você joga fora?

Eis que nós tudo deixamos e te seguimos. Mateus 19.27
É possível conhecer alguém ou uma sociedade por meio daquilo que eles abandonam, jogam fora.
Abandonar quer dizer deixar de lado, afastar-se de um lugar onde ele deveria estar, desamparar uma ou mais pessoas com as quais se tem obrigações materiais ou morais. Pode ser abandono de herança, abandono do lar, abandono da família, menores abandonados, abandono de emprego.
Mas nem sempre o homem abandona — joga fora — o que deveria deixar de lado para sempre. Por exemplo, Paulo se queixa de Demas, outrora seu colaborador (Fm 1.24), que abandonou a fé e os irmãos em troca do presente século (2Tm 4.10).
O salmista se apresenta indignado “por causa dos pecadores que abandonaram a lei do Senhor” (Sl 119.53). João nos conta que muitos dos discípulos de Jesus o abandonaram, e já não andavam com ele (Jo 6.66). E o autor da carta aos Hebreus faz exortações como estas: “Não abandoneis a vossa confiança” (Hb 10.25) e “Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns” (Hb 10.35).
Mas há também exemplos positivos.
A mulher samaritana deixou o seu cântaro junto à fonte de Jacó e foi à cidade anunciar a presença de Jesus. E ao contrário daqueles que deixaram de andar com Jesus, Pedro declarou: “Eis que nós tudo deixamos e te seguimos” (Mt 19.27).
Tome cuidado com o que você joga fora, mas não deveria, e com o que você não joga, mas deveria. Tal atitude vai revelar o seu caráter e o grau de intensidade da sua vida cristã.

Cólera no Haiti aumentara até 400 mil

OMS teme que casos de cólera no Haiti aumentem até 400 mil
A Organização Mundial da Saúde (OMS) prevê que os casos de cólera no Haiti possam chegar até 400 mil nas próximas semanas, devido à rápida propagação da doença.
O Número de mortos já passou de 1.000!
Pessoal, se unam em oração conosco pelo Haiti, eles precisam de nossas orações!

Uma multidão de adoradores.

…No céu teremos a adoração perfeita.

1 hora antes do culto encontramos os diaconos como zelo e dedicação preparar os lugares aos que ainda chegarão.

Aos poucos chegam os musicos e a movimentação começa a ficar maior.

Afinações, microfonias, passagens de som e aos poucos o ar se enche de agitação.

Os lugares que até então estavam vazias começam a ser ocupados.

Lá fora, carros e mais carros lotam a rua…

Alguns que entram nem notam a agitação, se ajoelham em reverencia pois sabem que ELE já está ali.

O  relogio não pára. É chegada a hora.

De onde estou posso descrever o que vejo. De onde estou posso ver cada um.

Não sei quais palavras usar.

Mãos levantadas, olhos fechados, cabeças curvadas, lágrimas que rolam e lábios que se alegram!

É isso que vejo: UMA MULTIDÃO DE ADORADORES!

Vejo também uma multidão de anjos reunidos conosco, juntos em uma só voz a adorá-Lo!

Neste momento podemos tocar o CÉU!

Neste momento somos tocados pelo CÉU!

…………… E no céu teremos a adoração perfeita! Nem consigo imaginar como será, mas estou ansiosa!

Leia mais: quando busco ao Senhor;

D’us, D-s….porque??

Você sabia?

O respeito que se tem no judaísmo pelo nome de D-s é algo impressionante e simplesmente lindo. apenas para exemplificar: os rolos do mar morto que foram encontrados entre 1946-1956 são parte do legado que os essênios (entre 150AC e 70AD) nos deixaram. eles levavam o nome de D-s a sério a tal ponto que, enquanto copiavam os rolos das Sagradas Escrituras, quando chegavam ao tetragrama sagrado (o nome de D-s) eles paravam de copiar, tomavam um banho para se purificar, faziam uma oração específica, usavam uma pena e uma tinta diferente e, somente então, escreviam o nome de D-s.

Além disso… na Bíblia hebraica o rolo da Torá não possui vogais… então esta é uma maneira usual em todo o mundo dos judeus escreverem o nome de D-s como forma de respeito.

Nova Zelândia anuncia morte dos 29 mineiros;

Essas familias certamente não conseguirão festejam a passagem do ano.

As autoridades da Nova Zelândia confirmaram nesta quarta-feira (24) a morte dos 29 mineradores presos em uma mina desde sexta-feira (19), depois de uma segunda explosão de gás metano na galeria onde o grupo estava.

“Não houve sobreviventes após uma nova grande explosão”, anunciou o responsável policial das equipes de resgate, Gary Knowles.

Após a divulgação da notícia, dezenas de famílias abandonaram a sala de imprensa visivelmente emocionadas. Alguns familiares dos trabalhadores tentaram agredir policiais por não terem descido ao poço para salvar seus parentes, segundo testemunhas.

Os trabalhos de resgate se viram prejudicados desde o primeiro momento pela reticência das autoridades em permitir que as equipes de resgate descessem à mina pelo risco de gás tóxico, o que frustrou as famílias. Fracassou também a tentativa de que um robô articulado mostrasse o caminho aos socorristas.

Agora, operação tenta recuperar os corpos dos trabalhadores.

Nos resta como igreja orar pelas familias, pra que sejam confortadas pelo senhor.

MOTIVOS PARA ORARMOS: Mulher cristã do Paquistão sentenciada à morte

Uma mulher cristã paquistanesa está enfrentando a morte depois de ser condenada sob uma Lei contra Blasfêmia do Paquistão, após defender sua fé contra um grupo de muçulmanas que a insultaram por suas convicções cristãs.

Asia Bibi, trabalhadora rural de 45 anos e mãe de três filhos, estava trabalhando nos campos de sua pequena cidade de Itan Wali na região do Punjab do Paquistão em 2009 quando a mão dela tocou a água que era para os trabalhadores beberem. As mulheres muçulmanas que estavam trabalhando com ela então se recusaram a beber a água, dizendo que havia sido contaminada pelo toque de uma cristã. Alguns relatos indicam que o grupo vinha por algum tempo pressionando Asia a abandonar o Cristianismo.

No argumento que se seguiu, Asia, de acordo com as reportagens, defendeu sua fé, embora haja duas versões da natureza exata das declarações dela. As mulheres muçulmanas afirmam que ela insultou Maomé, declarando que ele havia morrido “com vermes na boca”. Contudo, os que defendem Asia dizem que ela jamais cometeu insulto algum, mas em vez disso defendeu sua fé em Cristo, afirmando que ele havia morrido pelos pecados da humanidade e ressuscitado dos mortos, enquanto Maomé não.

Depois que as mulheres se queixaram para um imam local, Quari Salim, o clérigo entrou com uma ação judicial contra Asia por “blasfêmia”, e ela foi mandada para a prisão para enfrentar julgamento. Um ano e três meses mais tarde, em 7 de novembro, ela foi sentenciada a enforcamento por seu “crime”, e a pagar uma multa equivalente ao salário de dois anos e meio para um trabalhador sem qualificação.

Um grupo de cidadãos de Itan Wali disse para a CNN que todos eles apoiam a sentença de morte contra Asia, e Quari disse para a agência noticiosa que a sentença de morte dela foi “um dos momentos mais felizes da vida dele”, de acordo com o entrevistador.

“Lágrimas de alegria jorraram dos meus olhos”, disse o imam durante a entrevista gravada em vídeo.

Entretanto, nem todos os muçulmanos paquistaneses estão de acordo com essa avaliação. Salmaan Taseer, governador do Punjab, disse para o serviço noticioso AsiaNews numa entrevista que ele considera a sentença de morte de Asia Bibi como “um episódio vergonhoso. É uma vergonha para o Paquistão”, e ele garantiu à agência que o procedimento de recursos reverteria a sentença.

O acadêmico islâmico Asghar Ali Engineer concorda, dizendo que “Precisamos salvar a vida de Asia Bibi” e afirmando que “É urgentemente necessário lançar uma campanha sustentada por líderes e governos que defendem os direitos humanos… Não devemos permanecer de boca fechada”.

“No Paquistão, está se tornando cada vez mais evidente, como no caso de Asia, que as leis contra blasfêmia se tornaram instrumentos convenientes nas mãos de qualquer indivíduo que escolhe fazer as minorias de alvo”, o professor Asghar disse para AsiaNews. “A Lei contra Blasfêmia não é islâmica e foi introduzida para legitimar o governo do ditador General Ziaul-Haq, e faz pouco para ter conexão com os padrões de doutrina ou evidência do direito islâmico clássico”.

Além dos cristãos paquistaneses locais, organizações internacionais e até o papa se envolveram no movimento para libertar Asia Bibi.

“A comunidade internacional está acompanhando com grande preocupação a difícil situação dos cristãos no Paquistão, muitas vezes vítimas de violência e discriminação”, disse o Papa Bento numa recente declaração com relação ao caso. “Rezo por aqueles que estão em situações semelhantes para que sua dignidade humana e seus direitos fundamentais sejam plenamente respeitados”, ele acrescentou, também mencionando sua “proximidade espiritual” a Asia.

Embora seja possível que Asia acabe sendo absolvida e sua sentença anulada por um tribunal superior, isso poderá fazer pouco para protegê-la da sentença de morte que ela já recebeu.

Conforme reportagens, em anos recentes mais de 30 pessoas que foram acusadas de violar a Lei contra Blasfêmia do Paquistão foram ou assassinadas na prisão ou mortas depois de serem absolvidas e soltas.

Milhares de indivíduos e organizações estão fazendo petições ao presidente do Paquistão, Asif Zardari, para garantir recursos legais adequados para Asia e decretar um perdão se necessário.

Informações de contato:

President Asif Zardari

publicmail@president.gov.pk

HAKANI- mais uma enterrada viva.

HAKANI, Uma menina chamada sorriso

Hakani nasceu em 1995, filha de uma índia suruwaha. Seu nome significa sorriso e seu rosto estava sempre iluminado por um sorriso radiante e contagioso. Nos primeiros dois anos de sua vida ela não se desenvolveu como as outras crianças – não aprendeu a andar nem a falar. Seu povo percebeu e começou a pressionar seus pais para matá-la. Seus pais, incapazes de sacrificá-la, preferiram se suicidar, deixando Hakani e seus 4 irmãos órfãos.

Esta é a história de Hakani, uma das centenas de crianças destinadas a morrer a cada ano entre os mais de 200 povos indígenas brasileiros. Deficiência física ou mental, ser gêmeo ou trigêmeo, nascer de uma relação extra-conjugal – todas essas são consideradas razões válidas para se tirar a vida e de uma criança.

A responsabilidade de sacrificar Hakani agora era de seu irmão mais velho. Ele levou-a até a capoeira ao redor da maloca e a enterrou, ainda viva, numa cova rasa. O choro abafado de Hakani podia ser ouvido enquanto ela estava sufocada debaixo da terra.

Em muitos casos, o choro sufocado da criança continua por horas até cair finalmente um profundo silêcio – o silêncio da morte. Mas para Hakani, esse profundo silêncio nunca chegou. Alguém ouviu seu choro, arrancou-a do túmulo, e colocou nas mãos de seu avô, que por sua vez levou-a para sua rede. Mas, como membro mais velho da família, ele sabia muito bem o que a tradição esperava dele.

O avô de Hakani tomou seu arco e flecha e apontou para ela. A flechada errou o coração, mas perfurou seu ombro. Logo em seguida, tomado por culpa e remorso, ele atentou contra a própria vida, ingerindo uma porção do venenoso timbó. Para Hakani, ainda não era a hora de cair o profundo silêncio; mais uma vez ela sobreviveu.

Hakani, tinha apenas dois anos e meio de idade e passou a viver como se fosse uma amaldiçoada. Por três anos ela sobreviveu bebendo água de chuva, cascas de árvore, folhas, insetos, a ocasionalmente algum resto de comida que seu irmão conseguia para ela. Além do abandono, ela era física e emocionalmente agredida. Com o passar do tempo Hakani foi perdendo seu sorrido radiante e toda sua expressão facial. Mesmo assim o profundo silêncio não caiu sobre ela. Finalmente foi resgatada por um de seus irmãos, que a levou até a casa de um casal de missionários que por mais de 20 anos trabalhava com povo suruwahá.

Esse casal logo percebeu que Hakani estava terrivelmente desnutrida e muito doente. Com cinco anos de idade ela pesava 7 quilos e media apenas 69 centímetros. Eles começaram a cuidar de Hakani como se ela fosse sua própria filha. Eles cuidaram dela por um tempo na floresta, mas sabiam que sem tratamento médico ela morreria. Para salvar sua vida, eles pediram ao governo permissão para levá-la para a cidade.

Em apenas seis meses recebendo amor, cuidados e tratamento médico, Hakani começou a andar e falar. Aquele sorriso radiante voltou a iluminar seu rosto. Em um ano seu peso e sua altura simplesmente dobraram. Hoje Hakani tem 12 anos, adora dançar e desenhar. Sua voz, antes abafada e quase silenciada, hoje canta bem alto – uma voz pela vida.

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