40 Anos de Greenpeace!

HOje essa organização completa 40 anos de MUITAS lutas , perseguições e de conquistas também!

Greenpeace – é uma organização não-governamental com sede em Amsterdã, nos Países Baixos, e escritórios espalhados por 42 países.

Criada em 1971 no Canadá por imigrantes americanos, tem atualmente cerca de três milhões de colaboradores em todo o mundo – quarenta mil no Brasil (Greenpeace Brasil) – que doam quantias mensais que variam de acordo com o país. Entre os primeiros ativistas que ajudaram a fundar a organização na década de 1970 havia pessoas com estilo de vida hippie e membros de comunidades quakers americanas, que migraram para o Canadá por não concordarem com a guerra do Vietnã.

As campanhas procuram confrontar e constranger os que promovem agressões ao meio ambiente. Dessa forma o grupo conseguiu textos e ações do Greenpeace que procuram atrair a atenção da mídia para assuntos urgentes e conquistou ao longo de sua história algumas importantes vitórias como o fim dos testes nucleares no Alasca e no Oceano Pacífico, o fechamento de um centro de testes nucleares americano, a proibição da importação de pele de morsa pela União Europeia, a maratona à caça de baleias e a proteção da Antártida contra a mineração. No Brasil, o Greenpeace conseguiu vitórias principalmente na Amazônia, denunciando a extração ilegal de madeira da região.
Imagem de 1977 mostra o barco Rainbow Warrior após um protesto contra a caça de baleias

 A instituição teve uma trajetória turbulenta, mas manteve seu sentido de independência, valendo-se apenas de doações pessoais no lugar de aportes governamentais e do financiamento de empresas. Os milhares de protestos realizados pelo mundo, que muitas vezes terminam em prisão, são a marca do movimento;
A instituição mantém, ainda, vigilância sobre a exploração do urânio na cidade baiana de Caetité, tendo veiculado o vazamento do minério e a contaminação da água no município por diversas ocasiões,[11] tendo inclusive levado água caetiteense contaminada por vazamento de urânio até ministros do governo Lula, como Carlos Minc, sem que medidas concretas de proteção tenham sido adotadas.

Lendo com as pontas dos dedos

Literatura Braille

O surgimento do sistema de escrita e leitura criado por um cego cujo sobrenome lhe deu a designação,Sistema Braille, passou a abrir novas portas para a comunicação, educação e cultura de pessoas portadoras de deficiência visual.

O Sistema Braille, utilizado universalmente por pessoas cegas, foi inventado na França por Louis Braille, um jovem cego, reconhecendo-se o ano de 1825 como o marco dessa importante conquista para a educação e integração dos deficientes visuais na sociedade.

Louis Braille perdeu a visão aos três anos. Quatro anos depois, ele ingressou no Instituto de Cegos de Paris. Em 1827, então com dezoito anos, tornou-se professor desse instituto. Ao ouvir falar de um sistema de pontos e buracos inventado por um oficial para ler mensagens durante a noite em lugares onde seria perigoso acender a luz, Louis Braille fez algumas adaptações no sistema de pontos em relevo.

No sistema de escrita e, principalmente, de leitura Braille, através de um método lógico de pontos em relevo, distribuídos em duas colunas de três pontos para cada símbolo ou letra, uma pessoa cega pode, através do tato das pontas de seus dedos, ler o que, com um aparelho especial denominado reglete e uma pulsão, “desenhou” anteriormente.

As Imprensas Braille produzem os seus livros utilizando máquinas estereótipas, semelhantes às máquinas especiais de datilografia, sendo porém elétricas. Essas máquinas permitem escrita do Braille em matrizes de metal. Essa escrita é feita dos dois lados da matriz, permitindo a impressão do Braille nas duas faces do papel. Esse é o Braille interpontado: os pontos são dispostos de tal forma que impressos de um lado não coincidam com os pontos da outra face, permitindo uma leitura corrente, um aproveitamento melhor do papel, reduzindo o volume dos livros transcritos no sistema Braille.

Nos últimos tempos, a informática, como o Braille, entrou na vida das pessoas cegas como um vertiginoso meio de integração social, abrindo um horizonte infinito de informação, educação, cultura, mercado de trabalho e comunicação. Com os editores de texto, ledores de tela e sintetizadores de voz conjugados, os portadores de deficiência visual podem trocar e-mails com pessoas de qualquer parte do mundo, ler com total independência qualquer jornal internacional ou brasileiro, livros digitalizados, listas de discussão e jogos de entretenimento. Hoje em dia, apesar de todas as dificuldades que os deficientes ainda enfrentam, a tecnologia torna um indivíduo cego muito mais habilitado a tarefas antes impossíveis.

Queima do Alcorão.

Acredito que você já deve ter ouvido falar de pastor americano Terry Jones, que queria queimar exemplares do Alcorão no aniversário dos atentados de 11 de Setembro provocando condenação mundial e gerando protestos no Afeganistão e na Indonésia.


Toda essa discussão veio logo depois da polêmica sobre a construção de uma mesquita em Nova York, a poucos metros do local onde ficava o World Trade Center. Muitos americanos criticaram as autoridades por terem dado permissão para que um centro islâmico seja instalado em um prédio.

Ao comentar a obra, o líder muçulmano que propôs o centro falou em integração. O prefeito de Nova York, que é judeu, falou em liberdade.

Afinal, o que é o Alcorão que esse pastor quer queimar?
É o livro sagrado do islamismo. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e dois anos.
Os muçulmanos e os judeus não se entendem e a explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão.
Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão.
Os muçulmanos são descendentes de Ismael, também filho de Abraão.
 Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).

O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã.

O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.

A briga entre judeus e palestinos é bíblica, mas o conflito piorou depois que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu o Estado de Israel, em 1947. A Palestina nunca o reconheceu. Judeus e palestinos brigam por um pedaço de terra, menor que o Rio Grande do Sul, situado entre o Mar Mediterrâneo e a Jordânia e entre o Líbano, a Síria e o Egito.

Voltando ao pastor americano, a queima do alcorão não aconteceu,porém não parece que houve uma desistencia, protesto tem acontecido no mundo afora e pessoas tem morrido.

Nos resta apenas orar e pedir que pra que a paz possa ser estabelicida.