S.O.S Filipinas

Você pode ajudar as vítimas do supertufão Haiyan que atingiu as Filipinas na última sexta-feira (8). A tempestade provocou destruição e mortes. O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres das Filipinas elevou nesta quarta-feira (13) para 2.275 o balanço provisório de mortos após a passagem do tufão. Mas a ONU estima que a tempestade tenha matado mais de 10 mil pessoas e deixado 660 mil desabrigados.

A SOS Global, uma rede evangélica especializada em socorrer regiões devastadas por desastres naturais, iniciou a campanha “SOS Filipinas”, que pede ajuda em três frentes: oração, doação e envio de voluntários.

Voluntários nas áreas de logística, médicos e sanitaristas são bem-vindos. A primeira equipe deverá sair do Brasil no próximo dia 17 para ficar, pelo menos, duas semanas no país asiático.

“Lá nas Filipinas igrejas e organizações locais nos aguardam. Elas é que nos guiarão até os locais mais isolados que ainda não receberam ajuda”, diz M. A. (que não quer se identificar), uma das líderes da rede.

Além de voluntários, o SOS Filipinas também precisa de doações em dinheiro para compra de passagens aéreas dos voluntários, medicamentos e vitaminas, filtros portáteis de purificação de água, além de ajuda para fazer frente às despesas de locomoção e refeições. A SOS Global prefere receber doações em dinheiro, já que as compras precisam ser feitas em países mais próximos das Filipinas.

A SOS Filipinas também convida os cristãos a intercederem “por consolo de Deus às milhares de famílias enlutadas que perderam seus amados, aos desabrigados que perderam todos os seus bens, aos feridos que necessitam de atendimento médico quando só sobrou um hospital na cidade inteira que pode funcionar, pelo suprimento das enormes necessidades dos sobreviventes (principalmente água limpa), para todo entulho seja limpo logo, já que há o risco epidemias e pela rápida organização da chegada de socorristas às regiões isoladas”.

Para doar
Bradesco
Agência 2036-2 – Conta-poupança 28.738-5 (final 05 centavos).
Associação Missão Esperança AME – CNPJ 05.066.986/0001-16.

Fonte:Ultimato

O sofrimento dói.

Não apedreje o mensageiro
Todo e qualquer argumento para justificar o sofrimento provoca ressentimentos amargos contra o seu autor.
Você quer saber como eu me comporto quando passo pela experiência do sofrimento, não quando estou escrevendo sobre ele. Você não precisa adivinhar, pois eu vou lhe contar; não passo de um grande covarde. Porém, o que isso pode acrescentar?
Quando penso no sofrimento — a ansiedade que me consome como fogo e a solidão que se estende como um deserto, a triste rotina da miséria monótona, as dores entorpecentes que escurecem todo o nosso horizonte, ou aquelas dores repentinas e nauseantes que arrebatam o coração, dores que já parecem intoleráveis e que depois aumentam, dores furiosas como picadas de escorpião que provocam movimentos alucinantes em alguém que parecia semimorto por causa das torturas já sofridas — isso “quase arrebata meu espírito”. Se eu conhecesse algum meio de escapar, rastejaria através de canos de esgoto para encontrá-lo. Porém, qual a vantagem de lhe contar sobre os meus sentimentos? Você os conhece muito bem: eles são iguais aos seus. Não estou dizendo que o sofrimento não seja doloroso.
O sofrimento dói. É isso que a palavra significa. O que estou tentando fazer é mostrar que a velha doutrina cristã de “aperfeiçoar por meio do sofrimento” (Hb 2.10) não é inacreditável. Provar que isso seja agradável está fora dos meus planos.
>> Retirado de Um Ano com C. S. Le

Jesus, meu amuleto da sorte.

O evangelho do Reino não tem sido pregado.

Hoje se prega:
  • prosperidade;
  • libertação;
  • cura;
  • conquistas;
  • salvação;
Mas não se prega o evangelho do REINO.
Jesus é nosso Senhor, mas nós o queremos mais como nosso SALVADOR.
Ele nos salva dos perigos e vivemos felizes para sempre.
Mas não queremos te-lo como Senhor e dono dos nossos dias, não queremos entregar a ele a chave do nosso coração. Faça o que desejo Senhor, mas não me peça nada de volta, ok?!
É assim que você tem agido?
Então está na hora de rever conceitos e valores.

OS DEZ MANDAMENTOS PARA O MUNDO VIRTUAL E AS MÍDIAS SOCIAIS

Por: Ed René Kivitz

1. Não viverás no mundo virtual, apenas farás incursões. Não substituirás o mundo real pelo mundo virtual.

2. Não venderás a alma para ganhar seguidores. Evitarás factóides e fugirás das polêmicas pelas polêmicas.

3. Não construirás de ti mesmo uma imagem fake no mundo virtual. Não manipularás as pessoas para que pensem de ti mais do que convém. Conscientemente constuirás tua identidade no mundo virtual.

4. Não te confundirás com o teu avatar. Não permitirás que tua identidade seja determinada pelo que dizem a teu respeito nos comentários das tuas postagens.

5. Não serás displicente, negligente e descuidado a respeito das fronteiras da tua intimidade. Cuidarás das dimensões pública (o que qualquer um pode saber), privada (o que apenas as pessoas com quem você se relaciona sabem), e íntima (o que apenas as pessoas para quem você revela sabem). Isso vale também para a vida dos outros.

6. Saberás claramente as razões porque estás presente no mundo virtual e utilizas as redes sociais. Não te tornarás o assunto das tuas mídias. Não falarás apenas de ti mesmo. Aliás, quase nunca falarás de ti mesmo. Oferecerás conteúdo.

7. Não protagonizarás barracos no mundo virtual. Não agredirás pessoas com fofocas, calúnias e difamações. Debaterás ideias, não pessoas. Não serás melindroso: lembre-se que quem fala o que quer, ouve o que não quer, inclusive bobagens. Não serás covarde, dizendo no mundo virtual o que não dizes olhos nos olhos.

8. Não plagiarás. Respeitarás os direitos autorais.

9. Não usarás as mídias sociais para destruir, mas para construir. Não serás apenas contra, mas dirás do que és a favor e farás propostas.

10. Não cairás na armadilha embutida na expressão “rede de relacionamentos”. Relacionamento virtual é uma contradição de termos.


Max Lucado – Nas garras da graça

Max Lucado.

“Pode alguma coisa me impedir de amar você?”, Deus pergunta. “Observe que falo sua língua, durmo em sua terra e sinto suas dores. Contemple o Criador da visão e do som quando ele espirra, tosse e assoa o nariz.

Quer saber se eu entendo como você se sente? Olhe dentro dos olhos vibrantes do menino de Nazaré; é Deus indo à escola. Pense na criança à mesa de Maria; é Deus derramando o leite no chão.

“Quer saber até quando meu amor vai durar? Encontre a resposta numa cruz lascada, no alto de um monte íngreme. É a mim que você vê lá em cima, o seu Criador, o seu Deus, transpassado por pregos e sangrando, coberto de cuspe e encharcado do pecado. É o seu pecado que estou sentindo. É a sua morte que estou morrendo. É a sua ressurreição que estou vivendo. É esse o tamanho do meu amor por você.”

Nas garras da graça

Marcados para morrer.



Ou vocês pensam que aqueles dezoito que morreram,
quando caiu sobre eles a torre de Siloé,
eram mais culpados do que todos os outros habitantes de Jerusalém?

Eu lhes digo que não! 

Agora pela manhã estava meditando nessas palavras de Jesus.
Sempre que alguma tragédia acontece, logo associamos que tais vitimas eram pecadoras.
Mas nessa passagem fica evidente que nem sempre doenças, mortes e perdas são consequências de pecados.

Da mesma maneira, a bonança, a prosperidade e saúde não são sinônimos de uma vida de acordo com a vontade D-us.

Cada um examine-se a si mesmo.
E assim encontre mais motivos pra buscar a graça e o perdão de Jesus.