Eu tentei falar dando sons a minha voz…

Já ouviu Deus falar? Não se apresse a responder, leia até o fim e depois responda, ok?!

Desde o início, o Criador busca se relacionar com a criação e ele usa diversas maneiras. O problema é que a criação não consegue entender os meios pelos quais o Criador tenta falar. Complicou?

Tente imaginar a chuva.

Se você precisa se deslocar e está chovendo, logo o que enxerga é que a chuva atrapalha, molha e suja. Mas, pare pra contemplar a chuva por 1 minuto que seja como ela: rega as plantas e torna a terra fértil, como as gotas molham nossa pele e lavam nossa alma. Conseguiu ouvir Deus? Eu sim! Sempre!

A maneira pela qual sempre ouço Deus falar é através da sua própria criação.

Seja a chuva, o vento, o sol, nuvens, pássaros etc…

E também ouço muito Deus falando através de crianças.

Sim, crianças, aqueles seres barulhentos, grudentos e com os olhos mais penetrantes do universo. Vejo e ouço Deus através deles. E minha vontade toda vez é de abraçar, agradecer e louvar à Ele por ter me dado o dom da vida.

Ouça Deus, veja Deus, Ele pode estar ai agora ao seu lado, abra seus olhos, aguce seus sentidos, não perca as oportunidades únicas de cada dia. Ouça essa doce, maravilhosa voz que acalma o coração e traz riso aos lábios!

Ainda hoje ouvi Deus falar, e chovia

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E o natal Chegou!

Ok, talvez você pense que não, mas o Natal está as portas e preciso começar a escolher as músicas pra nossa Cantata deste ano.
E o problema é que não tenho ideia nenhuma do que fazer!!!!

E ai, pode me ajudar?
Aceito indicações!




Tom Jobim e os Salmos

Tom Jobim adoeceu e faleceu em dezembro de 1994, por causa de complicações respiratórias e cardiológicas resultantes da cirurgia que realizara para retirar um tumor maligno na bexiga, no Hospital Mount Sinai, em Nova Iorque.

Enquanto esperava o resultado dos exames e o procedimento cirúrgico, 45 dias angustiantes nos quais “todo dia um pastor evangélico brasileiro chamado Zeni o visitava. Liam juntos os Salmos”.

Os Salmos? Sim, os Salmos. Tom dissera no seu poema que desejava que sua última casa fosse uma “casa de oração”. Os Salmos são essa casa onde mora a oração, onde a alma habita e descansa, onde se aprende a oração mais profunda, honesta e transformadora. A mesma que Jesus frequentou. A mesma que homens de Deus como Santo Agostinho conheciam tão bem. Nas suas “Confissões”, a mãe de todas a s biografias, o bispo de Hipona ora: “Fizeste-nos para ti, e inquieto está o nosso coração, enquanto não repousa em ti”.

Tom descobriu uma linguagem para buscar a Deus. Os salmos.
*
*
*
Vou fazer a minha casa
No alto do Chapadão
Vou levar o meu piano
Que ficou no Canecão (…)
Vou fazer a minha casa
Do alto de uma canção
E agradecer a Deus Pai
A sobrante inspiração (…)
Minha casa não terá
Nem sábado nem domingo
Todo dia é dia santo
Todo dia é dia lindo (…)
Vou fazer o meu retiro
Na grota do chororão
A minha casa será
Uma casa de oração.
“E a sua voz é como o som de cem oceanos arrebentando na praia”

Criador do Mundo

Essa é minha indicação musical.
Ganhei esse Cd e estou apaixonada por cada canção.
A voz da Daniela Araujo é linda, as letras são profundas e com contexto.
Espero que gostem!

….Quando eu esperei em alguém imperfeito

De presente eu ganhei um espelho…

Se não escaparmos do pecado, não escaparemos do choro


Se quisermos chorar menos, temos de pecar menos.


Existe uma relação entre choro e pecado. Seja pecado próprio, seja pecado dos outros. Seja pecado recente, seja pecado remoto. Naturalmente, o pecado de grande vulto provoca muito mais lágrimas que o pecado de menos gravidade. Mas, se não escaparmos do pecado, não escaparemos das lágrimas.

Em suas memórias, ao saber em primeira mão que a cidade de seus antepassados ainda estava em ruínas, Neemias escreve: “Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias, eu fiquei chorando e não comi nada” (Ne 1.4). No ano 586 antes de Cristo, o exército de Nabucodonozor, rei da Babilônia, entrou em Jerusalém e incendiou o Templo de Salomão, o palácio do rei e as casas das pessoas mais importantes da cidade, além de derrubar suas muralhas e levar para fora do país boa parte de sua população (Jr 52.12-34). Essa tragédia sem igual aconteceu por causa do pecado dos reis e do povo de Israel, como os profetas anunciaram repetidas vezes e com bastante antecedência.

Personagens importantes choraram amargamente depois de terem pecado contra Deus. O que aconteceu com Pedro quando o galo cantou na casa de Caifás? Marcos conta: “Então Pedro caiu em si e começou a chorar” (14.72). Os dois outros Evangelhos Sinóticos são mais enfáticos: “Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” (Mt 26.75; Lc 22.62).

O advérbio “amargamente”, relacionado com o sofrimento causado pelo pecado, aparece pelo menos mais uma vez na Bíblia. Na época dos juízes, todas as tribos de Israel choraram amargamente na presença de Deus (Jz 21.2). E não era para menos, pois o povo cometeu uma longa série de erros para corrigir o brutal abuso contra uma mulher em trânsito pela cidade benjamita de Gibeá, a ponto de deixá-la morta em frente à porta da casa onde ela havia se hospedado. O pecado dos rapazes que cometeram a violência sexual acabou provocando uma guerra civil que matou 65 mil soldados e a população masculina de Gibeá (Jz 19.1–20.48). Depois de tal pecado, o que se poderia fazer, senão chorar amargamente?

Chora-se imediatamente após o pecado ou algum tempo depois por causa do peso da mão do Senhor sobre a cabeça do pecador, por causa do remorso, por causa do arrependimento, por causa das consequências naturais, por causa da vergonha do pecado cometido diante da família, da igreja e da sociedade, por causa do castigo infligido em vida pelos homens e por Deus.

Quanto mais vincularmos o pecado ao choro, melhor será para o gênero humano. É um benefício que se presta ao pecador. É uma prova de amor que se lhe dá. É uma pregação do evangelho. Porque, além de todos os choros que acontecem dentro do tempo, há outro choro, do outro lado da vida terrena. Um choro diferente, que não passa, não acaba, não termina. É o choro eterno, provocado pelo pecado não assumido, não confessado, não colocado nos ombros do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, não perdoado, não redimido. É impressionante o fato de Jesus se referir seis vezes a esse choro em seus discursos e parábolas (Mt 8.12; 13.42, 50; 22.13; 24.51; 25.30). Em todos esses versículos, Jesus declara que na eternidade os não salvos serão jogados fora, na escuridão, na fornalha de fogo, “onde vão chorar e ranger os dentes de desespero”!

Se em nossa presente caminhada quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Mas, se o pecador não redimido não quiser chorar para sempre na eternidade, que ele seja humilde hoje e aceite o evangelho!



Fonte:Ultimato

Perdendo tempo

Há tempo para todas as coisas. Há tempo inclusive para perdermos tempo.
Perdemos tempo quando sustentamos uma discussão, que poderia ter acabado em minutos, só para mostrar que nós estamos certos, embora a vitória de um dos lados não faça a menor diferença.
Perdemos tempo quando, diante de um passatempo, como um programa de televisão inútil, um jogo eletrônico insosso, um livro sem enredo bom ou uma conversa tola, não temos coragem de parar, seja trocando de canal, desligando a máquina, fechando as páginas ou mudando de assunto.
Perdemos tempo quando fazemos uma viagem sem saber para onde vamos, quando nos envolvemos numa atividade sem ter feito antes um projeto, quando fazemos de novo por não termos feito bem o que já fizemos antes.
Sabemos perder tempo.
Perdemos muito tempo. Uma vez perdido, não adianta sair em sua busca. Esta é uma perda para sempre. O tempo investido na sua recuperação é também tempo perdido, que poderia ser consagrado para a obtenção de outra riqueza.
Paradoxalmente, não perdemos tempo quando, cansados, deixamos de fazer alguma(s) coisa(s). O descanso é tão importante que até Deus descansou, para nos ensinar a fazer o mesmo.
Não perdemos tempo quando, motivados, separamos algum tempo para colocar nossa vida diante de Deus, num silêncio cheio de amor.
Não perdemos tempo quando refletimos no tempo que perdemos.

plano perfeito

Um plano pra salvar, um pacto pra selar
Silêncio no céu
Resgate e salvação encheu seu coração
Ele nem hesitou


No palco do amor, o autor anunciou
A vida e salvação
Tudo que ele fez foi obedecer
O plano que Deus escreveu


E quando a minha história parecia ter chegado ao fim

A sua graça me alcançou

E quando tudo parecia estar perdido naquela cruz

O seu sangue me libertou



Jesus o plano perfeito
Mistério da graça que me transformou
O seu nome é Jesus, nome sobre todos
Veio pra salvar, ele me salvou