Pra salvar uma vida


Até onde você iria?
O quanto você se arriscaria?
O quanto você lutaria?
…Para Salvar uma Vida

Recentemente tive a honra de assistir a este filme : para salvar uma vida.
Confesso que de inicio acreditei que seria apenas mais um filme sem graça, porém , pra minha surpresa se mostrou de grande qualidade e indico pra todas as idades.

Este filme conta a história de um jovem que abandona uma amizade de infância por um novo circulo de amigos mais populares.

O desenrolar é triste, mas em muito se torna real, por mostrar decisões que tomamos e influenciam diretamente a vida de outros.

Jake Talor é um jovem que tinha tudo: fama, uma bolsa de estudos pelo time de basquete e uma namorada, que era a garota mais desejada do colégio. O que poderia ser melhor? Por outro lado, Roger Dawson não tinha nada. Não tinha amigos nem esperança. Roger sempre era humilhado e deixado de lado. O que poderia ser pior?

Jake e Roger eram melhores amigos quando crianças, mas a popularidade de Jake os afastou pois Roger não era tão despojado quanto Jake. Roger não mais se adequava ao estilo de vida de Jake ou de qualquer outro grupo de pessoas. Para ele isto foi o fim do mundo e, escondida em sua mochila, estava uma arma que ele levou para a escola. Magoado com sua situação, Roger tomou uma trágica decisão – tirar a sua própria vida.

Jake, desesperado, não consegue impedir Roger e isto o faz sentir-se culpado e abalado em seu “mundo perfeito”. Algo então faz com que Jake veja a realidade de outra forma e o faz questionar o seu modo de viver. Jake não parava de se perguntar: Será que eu poderia ter salvo Roger? Buscando uma resposta para esta pergunta, Jake se depara com outro jovem desamparado e sozinho em seu caminho. Jake então se aproxima deste jovem, mas teme que isto possa lhe custar seus amigos, sua namorada, seus sonhos e sua reputação.

Jake chega à conclusão de que vale à pena pagar este preço para ter a resposta mais importante: o que eu realmente quero da minha vida?
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Você pula carnaval?

Bom dia e a paz à todos.

Estamos as vésperas do carnaval, de um lado foliões contando as horas para caírem na folia, e do outro cristãos que gostam do fato de não terem que trabalhar, mas abominam as praticas do carnaval.

Em qual dos lados você se encaixa melhor?
Em qual dos lados você acredita que D-s estaria?

Não vou entrar em detalhes sobre a origem do carnaval, isso não faz diferença alguma porque se você assiste tv sabe muito bem o que acontece. A base desta festa é satisfazer os desejos carnais.


Não quero ditar regras sobre o que fazer ou não, mas existe alguém que pode mostrar o correto a ser feito.
E te convido à no dia de hoje pedir pra que Ele te mostre a verdade.
O Espirito Santo é o único que pode nos mostrar como nos porta diante desta festa mundana.
Peça discernimento à Ele, e acima de tudo: FAÇA O QUE ELE TE DISSER PRA FAZER.
Afinal, muito decidem ignorar essa voz.

PS: fica a dica: se for pular carnaval, faça então o favor de tirar a fantasia de ovelha 😦








Quando a perda se torna ganho

Porque quando sou fraco, então é que sou forte
2 Coríntios 12.10

Disse certo médico que as pessoas não são treinadas a enfrentar as perdas com maturidade. É como se na escola da vida as principais matérias ensinassem só a ganhar – algo bem de acordo com a mentalidade capitalista.
O cristianismo, quando vivido em sua pureza, é a mais perfeita escola para ensinar a realidade da vida, feita também de perdas naturais: a colheita frustrada por adversidades climáticas, a doença inesperada, a perda do vigor pelo envelhecimento, e a inevitável morte.
É pena que não nos adestremos na difícil arte de saber perder, como ensina a Bíblia. Se não usarmos corretamente a Palavra de Deus, estaremos privando-nos das preciosas lições que só pela privação se aprendem.
Se formos bons alunos, diremos como Paulo: “Então ele [Deus] me disse: A minha graça te basta, porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza. De boa vontade, pois, me gloriarei nas fraquezas, para que sobre mim repouse o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injurias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando sou fraco, então é que sou forte” (2 Co 12.9-10) e “Digo isso, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Fp 4.11). E quando chegar a morte, também falaremos: “Ora, de um e outro lado estou constrangido, tendo o desejo de partir e estar com Cristo, o que é incomparavelmente melhor” (Fp 1.23).

Pense nisso!
A paz
Nele que é a nossa inspiração Cristo Jesus.
Rodrigo Souza