Intolerância religiosa – Colômbia

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Eu era cega


… “Uma coisa sei: eu era cego e agora vejo!’” João 9.25


Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, único Deus, amém. Sou uma jovem saudita de 27 anos e moro na Arábia Saudita. Fui criada em uma família muçulmana que praticava todos os costumes da religião. Comecei a orar por volta dos meus 13 anos, mas depois parei de orar.

Meu pai costumava me bater para me fazer orar, pois dizia: ‘O Mensageiro de Deus, Maomé, disse: “Obriguem os seus filhos a orar quando tiverem 7 anos de idade e batam neles se não o fizerem aos 10 anos”.

Um dia decidi assistir a uma série chamada A tormenta da sepultura, o que foi um grande choque para mim. A série quebrou minha barreira do medo e me confirmou que o Islã não era a religião de Deus. Sem hesitação, entreguei a minha vida ao Senhor Jesus, porque ele é o Deus do amor e da paz. O verdadeiro Deus olhou para a minha fraqueza, respondeu à minha oração e me levou para o seu caminho.

Eu sabia que era a sua voz. Sabia que ele estava me chamando e respondi ao seu apelo. Agradeço ao Senhor, que me livrou.”

Pedidos de oração

  • Interceda por cristãos como essa jovem, que correm risco de perder a própria vida se descobrirem que eles abandonaram o islamismo.
  • Ore por todos aqueles que seguem o islamismo por medo e, temendo retaliações, não reconhecem Jesus como senhor e salvador.

Quando a morte chega

A dor e agonia era evidente no rosto daquele pai.

Uma criança de 9 anos, uma vida ainda por ser construída, páginas em branco que não terão histórias escritas.

Rebeldes atiraram duas granadas contra sua casa. Ela estava sozinha.

Hoje seu pai chora, enquanto irmãos em Cristo o abraçam, mas sem palavras de conforto, apenas orações, pois em horas como essas é preciso ouvir a voz de DEUS e não de homens.


Ao fim da visita, as palavras daquele pai que nunca mais terá o sorriso da filha, diz:

“Vocês virem até aqui significou para nós mais que milhões de dólares. Sua presença nos confortou e foi mais eficiente do que qualquer dinheiro, cartões ou telefonemas. Nós realmente agradecemos muito a todos vocês!”.



Muito mais que milhões de dólares

Intolerância é a palavra.

O Brasil é o paraíso pra quem deseja ser cristão, budista, espirita…
Aqui temos uma liberdade imensa, mas essa realidade não existe em países africanos, por exemplo.

Cristãos como eu que moram no continente africano não podem carregar bíblias, orar em publico ou participar de reuniões de celebração a Cristo.

Além da fome que os assola, a violência que sofrem é absurda.

E como ajudar então?

Fazendo transferências bancárias?

Sim, mas isso não é tudo e resolvera apenas uma parte dos seus problemas.

A maior ajuda que eu e você podemos dar a eles é nossa ORAÇÃO.

Gesto tão simples, que nos custará minutos diários, não desfalcara nossa conta bancária e trará conforto aos seus corações.

Os cristãos africanos ficam FELIZES quando ficam sabendo por meio dos missionários que nós brasileiros estamos ORANDO POR ELES.
Isso lhes causa paz e conforto aos corações.

Vamos ajudar?

Se não escaparmos do pecado, não escaparemos do choro


Se quisermos chorar menos, temos de pecar menos.


Existe uma relação entre choro e pecado. Seja pecado próprio, seja pecado dos outros. Seja pecado recente, seja pecado remoto. Naturalmente, o pecado de grande vulto provoca muito mais lágrimas que o pecado de menos gravidade. Mas, se não escaparmos do pecado, não escaparemos das lágrimas.

Em suas memórias, ao saber em primeira mão que a cidade de seus antepassados ainda estava em ruínas, Neemias escreve: “Quando ouvi isso, eu me sentei e chorei. Durante alguns dias, eu fiquei chorando e não comi nada” (Ne 1.4). No ano 586 antes de Cristo, o exército de Nabucodonozor, rei da Babilônia, entrou em Jerusalém e incendiou o Templo de Salomão, o palácio do rei e as casas das pessoas mais importantes da cidade, além de derrubar suas muralhas e levar para fora do país boa parte de sua população (Jr 52.12-34). Essa tragédia sem igual aconteceu por causa do pecado dos reis e do povo de Israel, como os profetas anunciaram repetidas vezes e com bastante antecedência.

Personagens importantes choraram amargamente depois de terem pecado contra Deus. O que aconteceu com Pedro quando o galo cantou na casa de Caifás? Marcos conta: “Então Pedro caiu em si e começou a chorar” (14.72). Os dois outros Evangelhos Sinóticos são mais enfáticos: “Então Pedro saiu dali e chorou amargamente” (Mt 26.75; Lc 22.62).

O advérbio “amargamente”, relacionado com o sofrimento causado pelo pecado, aparece pelo menos mais uma vez na Bíblia. Na época dos juízes, todas as tribos de Israel choraram amargamente na presença de Deus (Jz 21.2). E não era para menos, pois o povo cometeu uma longa série de erros para corrigir o brutal abuso contra uma mulher em trânsito pela cidade benjamita de Gibeá, a ponto de deixá-la morta em frente à porta da casa onde ela havia se hospedado. O pecado dos rapazes que cometeram a violência sexual acabou provocando uma guerra civil que matou 65 mil soldados e a população masculina de Gibeá (Jz 19.1–20.48). Depois de tal pecado, o que se poderia fazer, senão chorar amargamente?

Chora-se imediatamente após o pecado ou algum tempo depois por causa do peso da mão do Senhor sobre a cabeça do pecador, por causa do remorso, por causa do arrependimento, por causa das consequências naturais, por causa da vergonha do pecado cometido diante da família, da igreja e da sociedade, por causa do castigo infligido em vida pelos homens e por Deus.

Quanto mais vincularmos o pecado ao choro, melhor será para o gênero humano. É um benefício que se presta ao pecador. É uma prova de amor que se lhe dá. É uma pregação do evangelho. Porque, além de todos os choros que acontecem dentro do tempo, há outro choro, do outro lado da vida terrena. Um choro diferente, que não passa, não acaba, não termina. É o choro eterno, provocado pelo pecado não assumido, não confessado, não colocado nos ombros do “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo”, não perdoado, não redimido. É impressionante o fato de Jesus se referir seis vezes a esse choro em seus discursos e parábolas (Mt 8.12; 13.42, 50; 22.13; 24.51; 25.30). Em todos esses versículos, Jesus declara que na eternidade os não salvos serão jogados fora, na escuridão, na fornalha de fogo, “onde vão chorar e ranger os dentes de desespero”!

Se em nossa presente caminhada quisermos chorar menos, temos de pecar menos. Mas, se o pecador não redimido não quiser chorar para sempre na eternidade, que ele seja humilde hoje e aceite o evangelho!



Fonte:Ultimato

Perdendo tempo

Há tempo para todas as coisas. Há tempo inclusive para perdermos tempo.
Perdemos tempo quando sustentamos uma discussão, que poderia ter acabado em minutos, só para mostrar que nós estamos certos, embora a vitória de um dos lados não faça a menor diferença.
Perdemos tempo quando, diante de um passatempo, como um programa de televisão inútil, um jogo eletrônico insosso, um livro sem enredo bom ou uma conversa tola, não temos coragem de parar, seja trocando de canal, desligando a máquina, fechando as páginas ou mudando de assunto.
Perdemos tempo quando fazemos uma viagem sem saber para onde vamos, quando nos envolvemos numa atividade sem ter feito antes um projeto, quando fazemos de novo por não termos feito bem o que já fizemos antes.
Sabemos perder tempo.
Perdemos muito tempo. Uma vez perdido, não adianta sair em sua busca. Esta é uma perda para sempre. O tempo investido na sua recuperação é também tempo perdido, que poderia ser consagrado para a obtenção de outra riqueza.
Paradoxalmente, não perdemos tempo quando, cansados, deixamos de fazer alguma(s) coisa(s). O descanso é tão importante que até Deus descansou, para nos ensinar a fazer o mesmo.
Não perdemos tempo quando, motivados, separamos algum tempo para colocar nossa vida diante de Deus, num silêncio cheio de amor.
Não perdemos tempo quando refletimos no tempo que perdemos.