Queima do Alcorão.

Acredito que você já deve ter ouvido falar de pastor americano Terry Jones, que queria queimar exemplares do Alcorão no aniversário dos atentados de 11 de Setembro provocando condenação mundial e gerando protestos no Afeganistão e na Indonésia.


Toda essa discussão veio logo depois da polêmica sobre a construção de uma mesquita em Nova York, a poucos metros do local onde ficava o World Trade Center. Muitos americanos criticaram as autoridades por terem dado permissão para que um centro islâmico seja instalado em um prédio.

Ao comentar a obra, o líder muçulmano que propôs o centro falou em integração. O prefeito de Nova York, que é judeu, falou em liberdade.

Afinal, o que é o Alcorão que esse pastor quer queimar?
É o livro sagrado do islamismo. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é a palavra literal de Deus (Alá) revelada ao profeta Maomé (Muhammad) ao longo de um período de vinte e dois anos.
Os muçulmanos e os judeus não se entendem e a explicação bíblica explícita para esta animosidade, ela remonta aos tempos de Abraão.
Os judeus são descendentes de Isaque, filho de Abraão.
Os muçulmanos são descendentes de Ismael, também filho de Abraão.
 Sendo Ismael filho de uma mulher escrava (Gênesis 16:1-6) e Isaque sendo o filho prometido que herdaria as promessas feitas a Abraão (Gênesis 21:1-3), obviamente haveria alguma animosidade entre os dois filhos. Como resultado das provocações de Ismael contra Isaque (Gênesis 21:9), Sara disse para Abraão mandar embora Agar e Ismael (Gênesis 21:11-21). Isto causou no coração de Ismael ainda mais contenda contra Isaque. Um anjo até profetizou a Agar que Ismael viveria em hostilidade contra todos os seus irmãos (Gênesis 16:11-12).

O Alcorão contém instruções de certa forma contraditórias para os muçulmanos em relação aos judeus. Em certo ponto, ele instrui os muçulmanos a tratar os judeus como irmãos, mas em outro ponto, ordena que os muçulmanos ataquem os judeus que se recusam a se converter ao Islã.

O Alcorão também introduz um conflito sobre o qual filho de Abraão era realmente o filho da promessa. As Escrituras hebraicas dizem que era Isaque. O Alcorão diz que era Ismael. O Alcorão ensina que foi Ismael a quem Abraão quase sacrificou ao Senhor, não Isaque (em contradição a Gênesis capítulo 22). Este debate sobre quem era o filho da promessa contribui para a hostilidade de hoje em dia.

A briga entre judeus e palestinos é bíblica, mas o conflito piorou depois que a ONU (Organização das Nações Unidas) reconheceu o Estado de Israel, em 1947. A Palestina nunca o reconheceu. Judeus e palestinos brigam por um pedaço de terra, menor que o Rio Grande do Sul, situado entre o Mar Mediterrâneo e a Jordânia e entre o Líbano, a Síria e o Egito.

Voltando ao pastor americano, a queima do alcorão não aconteceu,porém não parece que houve uma desistencia, protesto tem acontecido no mundo afora e pessoas tem morrido.

Nos resta apenas orar e pedir que pra que a paz possa ser estabelicida.
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